Foi descobrir um bairro “castiço”, com lojas e artes que se mantiveram pelo tempo, como a modernidade instalada em espaço de outros séculos.
Nas artes, conhecemos Florinda, que ficou com o negócio de família e que diz «nunca chegarei a lagosta»!!!??? Esta senhora já avó, é sapateira, certo, o feminino de sapateiro, num pequeno espaço “carregado” de história e de histórias e de sapatos ;)
Uma desarrumação que não se mistura com a dedicação, empenho e gosto que Florinda e o marido têm por este trabalho.
Na modernidade instalada em espaço de outros séculos, encontramos o Pingo Doce na antiga sala de cinema, com relógio no hall de entrada a lembrar uma estação de caminhos-de-ferro. Lindo!!!
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